Dicas para Pacientes


Leia algumas informações importantes para agilizar o seu tratamento.


Serviços


No São Luiz, o paciente é tratado integralmente desde o momento em que se interna até o recebimento da alta. E, claro, um dos pontos mais importantes desse tratamento é a alimentação. Em todas as unidades do São Luiz, as refeições servidas são especialmente preparadas para cada tipo de necessidade, seguindo o Manual de Dietas do Hospital São Luiz.

A finalidade básica dessa dietoterapia – ciência que estuda e aplica a dieta como princípio terapêutico – é ofertar ao organismo debilitado nutrientes adequados ao tipo de doença, condições físicas, nutricionais e psicológicas do paciente, conservando ou recuperando o seu estado nutricional.

Características das dietas e indicações

As dietas terapêuticas podem ser definidas como modificações quantitativas e qualitativas da dieta normal:

  • Mudança na consistência dos alimentos (dieta geral, branda, pastosa, leve e líquida);
  • Aumento ou diminuição no valor energético (dieta hipocalórica ou hipercalórica);
  • Aumento ou diminuição de nutrientes (dieta hipossódica, laxativa, com resíduos mínimos);
  • Exclusão de alimentos específicos (por exemplo, isenta de glúten);
  • Ajustes na proporção e equilíbrio de proteínas, gorduras e carboidratos (dieta para diabéticos, hipoprotéica, hipolipídica).

Em geral, o paciente recebe cinco refeições ao dia: desjejum, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche noturno. Em casos em que é indicado um maior fracionamento, são incluídas refeições intermediárias.

O São Luiz dispõe de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) que contam com equipes clínicas e de enfermagem especializadas no atendimento a casos graves e pós-operatórios. Nessas unidades, como em todo o Hospital São Luiz, os aparelhos utilizados são de primeira linha.

O Hospital São Luiz oferece, nas proximidades das suas três unidades, estacionamentos abertos 24 horas por dia, com manobristas à disposição. Veja onde ficam os estacionamentos das respectivas unidades.

Unidade Itaim

  • Av. Santo Amaro, 800 (esquina com a Rua Desembargador Aguiar Valim)
  • R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, s/n° (próximo ao número 165, ao lado da Maternidade)

Unidade Morumbi

  • R. Oscar Americano, 840 (para os pacientes do Pronto Socorro)
  • R. Coronel Otávio Ferrari, s/n° (para os pacientes do Hospital)

Unidade Anália Franco

  • Entrada da Maternidade: pela Rua Francisco Marengo, 1.312, subsolo
  • Entrada do Hospital: pela Rua Corta Vento, subsolo
  • Entrada do Pronto-Socorro: pela Rua Antonio Camardo, subsolo

Todos os quartos das unidades de tratamento do São Luiz atendem a exigentes critérios de qualidade e conforto, dispondo de ar-condicionado, frigobar, telefone, cama eletrônica, televisão a cabo e internet sem fio.

Apartamentos

Todos os apartamentos do Hospital São Luiz são mobiliados para oferecer o melhor conforto ao paciente e a seu acompanhante. O São Luiz não possui enfermaria e os aposentos são individuais.

Os apartamentos do hospital do São Luiz têm: TV a cabo com controle remoto, acomodação para acompanhante (recambier), poltrona, mesa para refeições, frigobar, armário e banheiro.

Suítes Executivas

As suítes executivas do hospital do São Luiz (apenas na unidade Morumbi) têm: TV LCD a cabo e com controle remoto, acomodação para acompanhante (recambier), poltrona, mesa para refeições, frigobar, armário, banheiro, anti-sala com TV e jornal diário.

A localização estratégica das três unidades do São Luiz permite acesso facilitado às suas instalações. Clique abaixo para ver o mapa de acesso à unidade desejada:

A localização estratégica das três unidades do São Luiz permite acesso facilitado às suas instalações. Veja as linhas de ônibus que passam perto das unidades do Hospital São Luiz:

Unidade Itaim

5111-10 - Terminal Santo Amaro - Terminal Parque Dom Pedro II
5121-41 - Terminal Santo Amaro - Praça da República
5126-10 - Metrô Conceição - Praça Júlio Prestes
5131-10 - Cidade Ademar - Parque Dom Pedro II
516N-10 - Jardim Miriam - Itaim Bibi
516P-10 - Vila Guacuri - Itaim Bibi
637G-10 - Grajaú - Butantã
637G-51 - Jardim Eliana - Butantã
637J-10 - Vila São José - Pinheiros
637P-10 - Terminal Santo Amaro - Pinheiros
637R-10 - Jardim Aracati - Itaim Bibi
637V-10 - Parque América - Pinheiros
6400-10 - Terminal João Dias - Terminal Bandeira
6401-51 - Vila Olímpia - Estação Armênia
6412-10 - Paraisópolis - Terminal Princesa Isabel
6414-10 - Socorro - Terminal Bandeira
6418-10 - Real Parque - Largo São Francisco
6418-31 - Real Parque - Largo São Francisco
6422-10 - Real Parque - Largo São Francisco
6450-10 - Terminal Capelinha - Terminal Bandeira
6450-21 - Terminal Capelinha - Itaim Bibi
6450-51 - Valo Velho - Terminal Bandeira
6500-10 - Terminal Santo Amaro - Terminal Bandeira
6505-10 - Terminal Guarapiranga - Terminal Bandeira
669A-10 - Terminal Santo Amaro - Terminal Princesa Isabel
669A-41 - Terminal Santo Amaro - Circular Hospital Clínicas
6913-10 - Terminal Varginha - Terminal Bandeira
6913-21 - Terminal Varginha - Itaim Bibi (Circular)
775V-10 - Rio Pequeno - Metrô Santa Cruz
856R-10 - Lapa - Socorro
875C-10 - Lapa - Metrô Santa Cruz

Unidade Morumbi

5118-10 - Terminal João Dias - Largo São Francisco
5119-10 - Terminal Capelinha - Largo São Francisco
5119-21 - Terminal Capelinha - Itaim Bibi
6291-10 - Inocoop Campo Limpo - Terminal Bandeira
647A-10 - Valo Velho - Pinheiros
647P-10 - Cohab Adventista - Pinheiros
7040-10 - Paraisópolis - Pinheiros
775F-10 - Jardim das Palmas - Hospital das Clínicas

Unidade Anália Franco

Rua Antônio de Barros (altura do número 2.000)

342P-10 - Vila Industrial - Penha
351F-10 - Jaçanã - Terminal Vila Carrão
3763-10 - Terminal Vila Carrão - Metrô Tatuapé
473T-10 - Metrô Paraíso - Parque São Jorge

Clique aqui para obter os itinerários de cada linha.

Para situações de emergência, que exigem rapidez no transporte de pacientes, o Hospital São Luiz dispõe de um moderno heliponto, que funciona durante toda a semana, 24 horas por dia.

Totalmente construído em estrutura metálica, os helipontos possuem 400 m², sistema de iluminação, de prevenção de incêndio e um elevador próprio, para levar o paciente de maca, com a equipe médica, da pista de pouso até o hospital.

Unidade Itaim

Autorização para pousar
Ligar para (11) 3040-1400

Coordenadas
Latitude: 23º 35’ 25’’ S
Longitude: 046º 40’ 22’’ W
Elevação: 773 m

Unidade Morumbi

Autorização para pousar
Ligar para o PABX (11) 3093-1100

Coordenadas
Latitude: 23º 35’ 27’’ S
Longitude: 046º 42’ 12’’ W
Elevação: 778,15 m



Indo para Casa

Confira uma série de dicas que podem acelerar a recuperação após a alta. Se você não se enquadra nas situações abaixo, converse com o seu médico para saber mais detalhes.


  • Evite qualquer trabalho pesado;
  • Siga as instruções dadas pelo seu médico e enfermeiro;
  • Uma vez cicatrizada a incisão, não há necessidade de nenhum curativo ou cuidado especial e as atividades podem ser retomadas normalmente;
  • Dependendo do local onde o port está implantado, devem ser evitadas roupas que apertem e prendam a circulação;
  • A manutenção do dispositivo deve ser feita a cada 30 dias, em média, e o médico responsável ou ambulatório de tratamento deve ser procurado. A manutenção é feita através de punção e administração de soro e solução de heparina;
  • Se você sentir febre ou dor, ou tiver vermelhidão, sangramento, hematoma, saída de secreção ou ferida no local, procure o médico ou enfermeiro.
  • Nos primeiros dias, evite qualquer trabalho pesado;
  • Siga as instruções dadas por seu médico e enfermeiro;
  • De duas a seis semanas após a colocação do cateter, depois da cicatrização, os pontos podem ser retirados;
  • Evite tracionar o cateter e fazer limpeza e curativo no local onde ele foi implantado;
  • Para fazer curativo domiciliar, adquira em uma farmácia ou loja de produtos hospitalares: luvas de procedimentos descartáveis, gazes esterilizadas, solução antisséptica à base de clorexidina 2% alcoólica, cotonetes esterilizados e fita microporosa ou película transparente para cateter;
  • Lave as mãos sempre que manipular o cateter. Calce as luvas e, com ajuda de uma lâmina de gaze, faça pressão (apertando os dois lados) ao longo do trajeto do cateter, observando as condições e a coloração da pele, sangramentos e saída de secreções. Umedeça o cotonete na solução antisséptica e limpe com movimentos circulares a saída do cateter. Limpe uma área de aproximadamente 4 cm, repetindo o procedimento pelo menos três vezes. Repita a limpeza com cotonete e solução antisséptica na extensão do cateter (pelo menos três vezes). Apóie uma gaze esterilizada dobrada em diagonal sob o cateter, dobrando suas extremidades e fechando o cateter.
  • Fixe o curativo com fita microporosa ou película transparente.
  • Se você apresentar no local da inserção do cateter sintomas como pele quente, dor, vermelhidão, hematoma, saída de secreção ou ferida, procure um médico ou enfermeiro.

Capriche na higiene pessoal: lave as mãos com bastante água e sabão;

  • A sonda tem utilização de apenas um dia e deve ser lavada com água e sabão a cada uso, após o segundo;
  • Use xylocaína gel (não use vaselina ou outro lubrificante derivado do petróleo, pois são prejudiciais à saúde) e um reservatório para desprezar a urina, que deverá ser lavado com água e sabão antes e após o uso.

Os procedimentos são:

  • Lave as mãos;
  • Reúna todo o material;
  • Realize o procedimento em local limpo;
  • Higienize os genitais externamente com água e sabonete neutro, usando dois dedos de uma das mãos. Com a outra mão, segure o pênis, deixando a glande para baixo. Nas mulheres, abra bem os grandes lábios da vagina, limpando ambas as regiões em um único sentido, de cima para baixo. Não use o mesmo algodão ou gaze mais de uma vez, para não correr risco de contaminação;
  • Ao pegar a sonda, evite contato com a ponta (de 5 a 10 cm), parte do dispositivo que será introduzido pela uretra até a bexiga;
  • Introduza de 5 a 6 cm do cateter dentro da bexiga; quando a urina começar a sair, empurre mais 2 cm, mantendo o cateter no lugar até que pare de sair urina;
  • Retire a sonda lentamente;
  • Enxágüe a área genital após cada sondagem.

Se apresentar urina turva ou rosada (com sangue), febre, resistência para introduzir a sonda (não insista), ardência ao urinar, odor fétido ou secreção, procure o hospital, serviços de emergência ou o seu médico.

  • Faça uma avaliação médica de três em três meses ou em intervalo menor, se estiver com a glicemia fora dos limites normais;
  • Procure um nutricionista para ajudar na elaboração de uma dieta adequada;
  • Visite seu dentista periodicamente, para evitar e tratar possíveis complicações;
  • Mantenha a pressão arterial dentro dos limites (13x8 cmHg);
  • Mantenha o Colesterol em até 200 mg/dL;
  • Não fume. O fumante tem um risco muito maior de apresentar infarto, derrame, hipertensão e descontrole do diabetes;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Faça exame dos pés de três em três meses com um especialista, para avaliar sua sensibilidade e tratar possíveis lesões;
  • Faça exame de fundo de olho uma vez ao ano, para avaliar a irrigação sangüínea e prevenir complicações;
  • Meça o nível de açúcar em casa;
  • Siga a medicação prescrita pelo médico.

Em casos de crises de hipoglicemia:

  • Faça o teste de ponta de dedo;
  • Ingira alimentos como suco de frutas ou refrigerante. Se depois de dez minutos os sintomas não melhorarem, beba água com açúcar, coma doce, bala ou tabletes de glicose.

Se o paciente ficar inconsciente, as orientações são:

  • Coloque na parte interna da bochecha açúcar ou mel e friccione para facilitar a absorção;
  • Leve o paciente ao Pronto-Socorro mais próximo, informando ao médico que ele é diabético;
  • Quando a reação terminar, e SOMENTE quando o paciente estiver acordado, o diabético deverá ingerir algum alimento de absorção lenta, como sanduíches, bolachas, macarrão ou outro alimento de costume.

Dicas para evitar a hipoglicemia:

  • Programe atividades físicas;
  • Ingira alimentos extras antes do exercício;
  • Cumpra o plano alimentar: horário, quantidade e qualidade dos alimentos;
  • Use medicação prescrita conforme orientação médica;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Avise ao médico, se tiver vômitos ou diarréia.

A aplicação correta deve ser feita da seguinte maneira:

  • Limpe bem as mãos;
  • Verifique se a seringa está correta, existem as graduadas de uma em uma unidade e duas em duas unidades;
  • Se a insulina for NPH, gire o frasco com cuidado até o líquido ficar homogêneo;
  • Desinfete a tampa de borracha do frasco com álcool;
  • Introduza a quantidade de ar na seringa correspondente à dose prescrita pelo médico, injete o ar dentro do frasco, mantendo-o na altura dos olhos;
  • Vire o frasco, retire para a seringa um pouco mais de insulina do que a dosagem prescrita;
  • Bata na seringa com os dedos, suavemente, para eliminar as bolhas de ar;
  • Injete o excesso de insulina no frasco e retire a agulha. Não é necessário trocar a agulha. Poderá ser usada a de tamanho 13x4,5 e algumas delas já vêm junto com a seringa, para facilitar a aplicação;
  • Limpe a pele com algodão e álcool a 70%;
  • Faça um prega na pele na região da aplicação e introduza a agulha em ângulo de 90º graus;
  • Em crianças e pessoas magras, introduza a agulha a 45º;
  • Injete a insulina lentamente. Depois, pressione o local da injeção com o dedo e retire a agulha.

Armazenamento e transporte:

  • A insulina não pode ficar exposta ao sol e calor, não deve ser congelada nem transportada no gelo seco;
  • Estoque na geladeira, mas evite colocar na porta da geladeira, onde ocorre a maior variação de temperatura;
  • Cuidado para não agitar o frasco com violência;
  • Não a utilize se houver mudança de cor ou aspecto ou se estiver com a data de validade vencida;
  • Em viagens, transporte com cuidado, em bagagens de mão.

Cuidados com os drenos de sucção:

  • Mantenha os reservatórios abaixo do local onde está inserido o dreno. Enquanto o paciente estiver deitado, o reservatório deve ficar posicionado na lateral do corpo, próximo ao local da cirurgia;
  • Fique atento para não puxar o dreno nas mudanças de posição e ao levantar;
  • Evite amarrar o dreno na cama ou na cadeira, pois ele poderá sair do local com os movimentos do corpo;
  • O curativo deve ser feito conforme orientação do médico ou enfermeiro;
  • Procure esvaziar o reservatório uma vez ao dia ou sempre que estiver cheio;
  • Lave a parte externa da extensão e reservatório com água e sabão durante o banho, mas não introduza água ou qualquer produto dentro do reservatório, para evitar contaminação;
  • A tendência é que o aspecto do conteúdo drenado mude no decorrer dos dias. Em geral, no início, é drenado sangue vivo e com o passar dos dias o líquido clareia até se tornar quase transparente, discretamente amarelado. Qualquer mudança no odor ou aspecto diferente do mencionado, comunique ao seu médico.
  • Para esvaziar o dreno, abra a tampa superior para interromper a sucção e vire o frasco (ou reservatório). Após a retirada de seu conteúdo, aperte o dreno com uma das mãos para que a sucção seja mantida e tampe-o;
  • Anote sempre o volume e o aspecto da secreção drenada.
  • Observe o local de inserção do dreno para ver se há vermelhidão ou secreção.
  • Se sentir dores ou observar anormalidades, procure o seu médico.

Cuidados com os drenos laminares:

  • A porção externa do dreno deve estar sempre protegida e podem ser usadas gazes estéreis ou uma bolsa coletora, que serve também para controlar a quantidade de secreção drenada;
  • Lave as mãos;
  • Retire a gaze suja;
  • Limpe o dreno e a pele ao redor com uma gaze estéril e soro fisiológico;
  • Coloque uma gaze estéril entre o dreno e a pele ao redor, para isolá-lo, outra sob o dreno para protegê-lo e algumas por cima. Fixe o dreno à pele com micropore.
  • O curativo deve permanecer limpo. Isso significa que o número de trocas das gazes está diretamente relacionado com a quantidade de drenagem;
  • É importante que a limpeza com soro fisiológico seja feita no mínimo uma vez ao dia;
  • Nunca toque diretamente no dreno;
  • Anote sempre o volume e o aspecto da secreção drenada;
  • Observe o local de inserção do dreno para ver se há vermelhidão ou secreção. Se sentir dores ou observar anormalidades, procure o seu médico;
  • O local de inserção do dreno deve estar protegido durante o banho;
  • A mobilização do dreno fica a critério médico.

Para medir adequadamente a sua pressão arterial:

  • Repouse durante 15 minutos em ambiente calmo e agradável antes de medir a pressão;
  • Certifique-se de estar com a bexiga vazia neste momento;
  • Após exercícios, álcool, café ou fumo, aguarde 30 minutos para medir;
  • Não fale durante o procedimento;
  • Meça sempre deitado ou sentado.

Dicas gerais:

  • É muito importante tomar a medicação corretamente, seguindo doses e horários recomendados. Não suspenda a medicação sem orientação médica, mesmo que sua pressão esteja boa, pois ela pode subir sem que você perceba;
  • Consuma alimentos ricos em fibras como frutas, cereais integrais, hortaliças e legumes, de preferência crus;
  • Procure consumir alimentos ricos em potássio: folhas verde-escuras, banana, feijão, melão, cenoura, beterraba, tomate, laranja, batata e frutas secas. Isso ajuda a controlar a pressão;
  • Prefira carnes brancas e magras; pão doce ao salgado; e grelhados, refogados ou ensopados, às frituras;
  • Use azeite de oliva ou óleo de canola para temperar saladas, e temperos naturais à vontade, como limão, alho, cebola, salsinha, orégano, coentro, cebolinha, manjericão, cominho etc. O vinagrete também é uma boa opção para dar sabor ao alimento;
  • Consuma preferencialmente leite desnatado e queijo branco ou ricota sem sal;
  • Evite: sal de cozinha e temperos industrializados, frituras, carnes gordas, presunto, queijos amarelos, salsicha, mortadela, salame, lingüiça, ketchup, mostarda, shoyu, molho inglês, maionese, margarina ou manteiga com sal, enlatados e conservas, carnes processadas industrialmente, como bacalhau, carne seca e defumados, além de salgadinhos, amendoim salgado e outros aperitivos;
  • Consulte seu médico periodicamente;
  • Controle o estresse e o peso e faça atividades físicas regulares.

Higiene oral

  • Importante para melhorar o sabor dos alimentos e evitar problemas de saúde como a pneumonia;
  • Faça, no mínimo, três vezes ao dia;
  • Para pacientes inconscientes, recomenda-se gaze envolta em espátula e solução antisséptica (enxagüante bucal). Escovas de dente não são indicadas;
  • Higienize próteses dentárias;
  • Use protetores labiais (manteiga de cacau) para prevenir o ressecamento e rachaduras dos lábios.

Banho

  • Antes do banho, feche portas e janelas, organize o material necessário e verifique a temperatura da água;
  • Incentive o autocuidado, ajude somente no que for necessário;
  • Dê banho na cama sempre com forro plástico. Banhe uma área de cada vez, começando pelo rosto, pescoço, tronco, braços, pernas, genitália (sempre de frente para trás), costas, nádegas e, por último, os pés;
  • À medida que forem sendo secas, mantenha uma toalha na região para que o paciente não sinta frio;
  • Seque bem todas as dobras do corpo e entre os dedos;
  • Não se esqueça de passar creme hidratante, porém não entre os dedos, pois pode causar frieira.
  • Evite o uso de talco, ele tende a se solidificar nas dobras do corpo e provocar desconforto;
  • Esteja atento a assaduras, especialmente em pacientes que usam fraldas;
  • Caso haja incontinência urinária ou fecal, use pomadas para proteger a pele.

Alimentação

  • Fique atento a lesões na boca, elas podem ser a causa da má alimentação;
  • Faz bem ao paciente sentar-se à mesa, com os familiares, sempre que possível;
  • Engasgo e tosse podem ser sinais de problema para engolir;
  • Atenção: é mais fácil engasgar com líquidos do que com alimentos pastosos;
  • Se necessário, use almofadas e travesseiros grandes para manter as costas e a cabeça elevadas;
  • Após a alimentação, oriente o paciente a permanecer sentado, isso evita o retorno do alimento à boca;
  • Não se esqueça de oferecer água e sucos de frutas ao paciente, para evitar desidratação.

Medicações

  • Mantenha os remédios bem organizados, para evitar esquecimentos e enganos;
  • Nunca dê medicamentos, água ou alimento com o paciente deitado, ele poderá engasgar;
  • Deixe as pernas do paciente levantadas alguns minutos durante o dia;
  • Quando possível, encoraje o paciente a andar por períodos curtos e freqüentes;
  • Estimule a ida do paciente ao banheiro.

Úlceras por pressão

  • Como prevenir na posição deitada: coloque um travesseiro sob a cabeça e outro embaixo da panturrilha (“batata da perna”), para que os calcanhares fiquem elevados e não encostem na cama;
  • A cabeceira da cama não deve ficar muito tempo na posição elevada, para não aumentar a pressão nas nádegas e formar feridas;
  • Como prevenir na posição lateral: coloque um travesseiro sob a cabeça, outro entre as pernas, além de uma almofada triangular apoiando as costas para que o paciente fique de lado. É importante que, enquanto estiver na posição lateral, o paciente não fique em ângulo de 90º apoiado sobre a bacia, e sim de 30°. A almofada triangular ajudará a manter a posição lateral de 30°;
  • Como prevenir na posição sentada: coloque uma almofada macia nas costas, uma no assento e sob as pernas para que estas não fiquem pendentes;
  • Nunca use almofadas com um buraco no meio, pois elas favorecem o aparecimento de feridas;
  • Evite que o paciente fique sentado por mais de duas horas;
  • Os indivíduos capazes devem levantar o seu peso a cada 15 minutos para facilitar a circulação sangüínea e evitar formação de feridas na região das nádegas;
  • Importante: a medida mais eficaz de preveni-las é mudando de posição, enquanto o paciente estiver acamado. Incentive-o a mudar constantemente, no mínimo a cada duas horas;
  • Hidrate a pele após o banho, massageando-a. Mas a massagem não deve ser feita se houver início de lesão (vermelhidão, descamação, bolhas);
  • Use colchão caixa de ovo para melhor distribuir o peso, ajudando a evitar lesões de pele.
  • Em casos de início de lesão, não deixe que o paciente deite em cima da região afetada. Se o problema persistir, procure orientação de seu médico ou enfermeiro.

Cuidados com a pele

  • Observe a presença de regiões avermelhadas ou lesionadas;
  • Mantenha a pele sempre limpa, seca e hidratada. Use hidratantes corporais;
  • Se usar fraldas, troque-as sempre que estiverem sujas, evitando o contato com urina e fezes;
  • Use pomadas para prevenir assaduras;
  • Evite água muito quente e use sabonete neutro (de preferência líquido) para não causar irritação ou ressecamento da pele;
  • Deixe o lençol o máximo possível esticado, evitando dobras;
  • Coloque um forro embaixo de pacientes que não conseguem se mover sozinhos na cama para mudá-los de posição – isso evita lesões na pele.

Estado emocional

  • Considere as queixas dos pacientes;
  • Proporcione atividades agradáveis e prazerosas;
  • Incentive-o a participar do tratamento e a realizar o maior número de atividades sozinho, mesmo que gaste um pouco mais de tempo. Isso favorecerá a sua auto-estima;
  • Promova a participação da família e amigos, se for desejo do paciente;
  • Busque ajuda de um profissional especializado, se for necessário.

Cuidados domiciliares:

  • Lave as mãos antes e após a manipulação da sonda;
  • Limpe freqüentemente as narinas com auxílio de cotonetes umedecidos com água;
  • Desengordure a região de fixação da sonda com água e sabonete neutro;
  • Meça a sonda com fita métrica diariamente. Caso seja observada alguma alteração, comunique ao médico;
  • Realize higiene oral três vezes ao dia;
  • Mantenha a cabeceira da cama elevada (30º) ou permaneça sentado enquanto estiver recebendo qualquer conteúdo pela sonda;
  • Após a administração de medicamentos, a sonda deve ser lavada com 20 ml de água filtrada (para adultos) e 3 ml de água filtrada (para crianças);
  • Nos casos de alimentos, lave com 40 ml de água filtrada (para adultos) e 20 ml de água filtrada (para crianças).

Procure o hospital, serviços de emergência ou seu médico em casos de:

  • Obstrução da sonda com restos de alimentos e medicamentos;
  • Desconforto durante e após a infusão da dieta. Desligue a dieta imediatamente na suspeita de posicionamento incorreto da sonda (tosse, sensação de engasgo etc.);
  • Perda de mais que 5% do peso corporal nos últimos 30 dias;
  • Náuseas, vômitos, distensão abdominal, cólicas, diarréia freqüente;
  • Grande quantidade de resíduos alimentares nas fezes.

Cuidados com a pele ao redor do orifício:

  • Mantenha uma boa higiene na área ao redor do orifício, limpando cuidadosamente com gaze, sabonete neutro (sabonete para bebê ou de glicerina) e água limpa.
  • Remova toda a sujeira secando bem o local após a limpeza.
  • Repita o procedimento pelo menos duas vezes ao dia;
  • Garanta que não penetrem água, sabonete ou secreção pelo orifício;
  • Conserve a região bem hidratada com um creme suave, sem perfume;
  • Use um acolchoado (com duas gazes dobradas e cortadas até a metade) entre a cânula e a pele do pescoço, mantendo o local sempre limpo e seco. O cuidado evita machucados;
  • Troque a gaze sempre que houver necessidade;
  • Atenção: durante o banho, não deixe que entre água pela traqueostomia. Se houver algum tipo de lesão na pele ao redor do orifício, procure o seu médico ou o hospital.

Cuidados com a cânula de traqueostomia:

  • Lave a subcânula (intermediário da cânula) três vezes ao dia com água e sabão neutro, introduzindo uma gaze molhada em um dos lados e empurrando (com pressão) até sair do outro lado, para que a sujeira acumulada seja totalmente retirada. Repita esse procedimento de três a quatro vezes por lavagem;
  • Troque todo o dispositivo uma vez ao dia, preferencialmente sempre no mesmo horário, usando lubrificante para melhor colocação da cânula e tendo o cuidado de introduzir no orifício outra, limpa, enquanto a primeira estiver sendo higienizada e desinfetada.

Passos para desinfetar a cânula de traqueostomia:

  • Retire a cânula suja com o auxílio das duas mãos;
  • Retire o cadarço antigo;
  • Coloque o conjunto de cânula de molho em água e sabão neutro por alguns minutos;
  • Use um recipiente somente para isso;
  • Esfregue bem a cânula e o intermediário depois que a crosta de secreção estiver bem amolecida, por dentro e por fora, com uma esponja exclusiva para este procedimento ou uma gaze com sabão;
  • Enxágüe em água corrente para retirar todo o resíduo de sabão;
  • Desinfete o conjunto completo por dez minutos, no mínimo, em água fervente.
  • Após a esterilização, guarde a cânula em um recipiente também esterilizado e desinfetado com álcool a 70%. Esse recipiente deve ser usado apenas para esse fim;
  • Troque o cadarço que fixa a cânula no pescoço no momento da troca (lavando ou jogando fora se estiver muito desfiado ou sujo) ou sempre que necessário, tendo o cuidado de promover uma fixação firme e segura, evitando que o nó se desfaça ao tossir.

Como proceder nos seguintes casos, em sua residência:

  • Tosse: faça inalação com 5ml de soro fisiológico a 0,9%, sempre que sentir ressecamento nas vias aéreas ou dificuldade para expelir a secreção dos pulmões;
  • Falta de ar: retire e lave a cânula, caso não haja melhora, procure um serviço de emergência;
  • Saída acidental da cânula: recoloque usando outra cânula no lugar.

Procure o hospital, serviços de emergência ou seu médico quando houver:

  • Acessos freqüentes de tosse, mesmo após a inalação;
  • Sensação de asfixia e falta de ar;
  • Respiração ruidosa (barulhenta) e com esforço;
  • Falta de ar em pequenos esforços. A pele pode ficar muito pálida ou azulada nesses casos;
  • Engasgos freqüentes;
  • Sangramento pelo orifício da traqueostomia.
  • Devem ser observadas diariamente as características do ostoma e da pele periostoma a cada troca da placa;
  • Existem produtos que podem ressecar e ferir a pele ao redor do ostoma;
  • Nunca devem ser usadas substâncias como álcool, benzina, éter, colônia, pomada, creme, tintura de benjoim ou mercúrio, pois são agressivas e comprometem a fixação da bolsa.

Alimentação

  • Os alimentos devem ser consumidos gradativamente. Com o tempo, você se alimentará quase da mesma forma como fazia anteriormente;
  • Experimente um alimento novo aos poucos, para descobrir como o seu organismo reage a cada um;
  • Mastigue bem os alimentos;
  • Fracione as refeições: de 5 a 6 por dia;
  • Mesmo sem a ingestão de alimentos, o intestino continuará produzindo secreções, que são próprias da parede intestinal. Portanto, não se assuste quando mesmo se alimentado existirem resíduos no interior da bolsa;
  • Alimentos que produzem gases: brócolis, couve-flor, repolho, nabo, cebola crua, batata-doce, grão de leguminosas (feijão, ervilha seca, grão-de-bico, lentilha), frutos do mar, melão, melancia, ovo cozido ou frito inteiro (em bolos e tortas não produz odores), pimentão verde, pepino, queijos maturados (gorgonzola, parmesão), bebidas gaseificadas, frutas em geral, embutidos (salame, presunto, mortadela, salsicha, paio, doces concentrados, açúcares, bolos e confeitos);
  • Alimentos que intensificam o odor das fezes: peixes, carnes em conserva, couve-flor, ovo cozido, alho cru, cebola crua, frutos do mar, álcool, feijão, ervilha, queijos maturados;
  • Alimentos que diminuem o odor das fezes: maçã, pêssego, pêra, coalhada, iogurte, chá de salsinha, chá de hortelã, chá de casca e folha de goiaba. Os chás de erva-doce e noz-moscada são eficientes para ajudar na eliminação dos gases intestinais;
  • Alimentos laxativos: chocolates, leguminosas (se ingeridos com película), uva-passa, cereais integrais, verduras folhosas, mamão, vagem, abacate, abacaxi, laranja com bagaço, melão, manga;
  • Alimentos obstipantes: cereais refinados, amidos de milho (maisena), creme de arroz, sagu, arroz, torrada, pães feitos com farinha refinada, bolacha de água e sal, banana, pêra, maçã sem casca; vegetais cozidos como chuchu, abobrinha sem casca, batata inglesa, mandioquinha, cará, inhame; sucos de frutas, como limão, caju, maçã, goiaba, laranja lima; chá de uvas naturais, gelatinas.

Vestuários

  • Como o ostoma é uma parte do intestino que está do lado de fora, devem ser evitadas roupas que possam comprimi-lo, impedir a drenagem ou provocar possíveis sangramentos (roupas justas, cós de calças, cintos);
  • Praticamente todas as demais roupas podem continuar sendo usadas. Os dispositivos (bolsas) atuais são quase imperceptíveis sob as roupas;
  • Nos vestuários para a praia, use peças que possam cobrir o ostoma e protegê-lo do sol;
  • Confirme com seu médico ou enfermeiro como e quando os oclusores de colostomia, dispositivos usados para fechar o ostoma por determinado período de forma que cesse a drenagem de efluentes, podem começar a ser usados;
  • Os homens podem usar calças e shorts folgados na região da cintura, substituindo os cintos por suspensórios;
  • As mulheres podem usar cinta elástica. Dica: faça um orifício na cinta para acomodar o aro da bolsa.

Esportes e exercícios

  • Após a liberação de seu médico, você poderá praticar atividades físicas como natação, hidroginástica, andar de bicicleta, caminhar, dançar ou o que lhe proporcionar maior prazer;
  • Ao praticar atividades aquáticas, proteja o ostoma com uma bolsa ou oclusor, fixando as bordas com fita adesiva. Caso tenha receio de que ela se solte, use cinto próprio para a bolsa de ostomia;
  • Em esportes como tênis, futebol ou basquete, que podem traumatizar o ostoma, é preferível usar um tampão ou um protetor rígido sobre ele.

Vida social e lazer

  • A nova condição de portador de uma ostomia não o impedirá de trabalhar, passear, viajar e conviver com sua família;
  • Continue executando os mesmos serviços e atividades de antes. Isso contribuirá para aumentar sua independência e motivação;
  • Converse abertamente com seu parceiro sobre todos os aspectos, principalmente sobre os momentos de intimidade;
  • Esvazie, higienize a bolsa ou use o oclusor nos momentos de intimidade;
  • Ao viajar, tenha sempre à mão um kit de troca de bolsa e material de higiene.

Banho

  • Pode ser tomado com ou sem a bolsa e a placa;
  • Quando tomar banho com a placa, fixe-a com adesivo nas bordas ou proteja-a com plástico, para evitar descolamento;
  • Lave a pele e o ostoma com água e sabonete neutro, sem se preocupar com o contato entre esses materiais e o orifício;
  • Evite jatos de água diretamente sobre e ao redor do ostoma;
  • Use água morna. Teste antes na parte interna do braço;
  • Seque a pele ao redor do ostoma suavemente, com toalha exclusiva. Atenção para não esfregar.

Quando e como trocar a placa

  • O momento da troca será sinalizado pela mudança de coloração do centro da placa, que passa de amarela (cor da resina sintética) para branca (quando se torna saturada);
  • Quando há saturação, o risco de vazamentos, lesões de pele e descolamento aumenta;
  • O tempo médio de fixação da placa é de sete dias;
  • Quanto mais líquida for a consistência das fezes, menor é o tempo de permanência da placa aderida;
  • Materiais necessários: gaze, compressa ou pano limpo, tesoura, régua ou molde para medir o ostoma, sabonete neutro, água morna e dispositivo de uma ou duas peças (placa e bolsa).

Como trocar a bolsa de uma peça

  • Lave as mãos antes e após manipular a ostomia;
  • Retire delicadamente a bolsa para não traumatizar a pele. Use gaze ou algodão embebido em água morna. Para facilitar a retirada da bolsa, prefira fazer a troca durante o banho;
  • Jogue no lixo a bolsa usada;
  • Limpe delicadamente o ostoma e a pele ao redor com sabonete neutro e água morna. Retire restos de fezes, urina ou adesivos da pele;
  • Seque bem ao redor do ostoma com toalha limpa e de uso exclusivo.
  • Meça o diâmetro da ostomia e desenhe-o no papel protetor do verso da bolsa em sua forma exata;
  • Recorte o orifício central da placa no tamanho do diâmetro do ostoma, tomando cuidado para manter 2mm de distância entre a flange e a placa. Encha a bolsa de ar para evitar cortar o plástico;
  • Retire o papel que protege a resina e segure com as duas mãos;
  • Posicione o ostoma em frente ao espelho, procurando esticar o corpo durante a colocação;
  • Coloque a bolsa de baixo para cima;
  • Não deixe pregas ou bolhas de ar entre a pele e a placa, o que contribui para o vazamento e/ou descolamento da placa;
  • Certifique-se de que a bolsa está bem aderida.

Como trocar a bolsa de duas peças

  • Lave as mãos antes e após manipular a ostomia;
  • Retire o grampo e esvazie a bolsa completamente;
  • Desconecte a bolsa da placa colada ao corpo embaixo do chuveiro e solte a placa suavemente, pressionando a pele e, ao mesmo tempo, soltando o adesivo;
  • Limpe durante o banho a pele periostoma e o próprio ostoma com movimentos suaves. Use sabonete neutro, retire restos de fezes ou adesivos da pele;
  • Seque a pele periostoma suavemente com toalha exclusiva;
  • Meça o diâmetro da ostomia e desenhe-o no papel protetor do verso da bolsa em sua forma exata;
  • Recorte o orifício central da placa no tamanho do diâmetro do estoma, tomando cuidado para manter pelo menos 2mm de distância entre a flange e a placa;
  • Retire o papel que protege a resina e segure com as duas mãos;
  • Posicione o estoma em frente ao espelho, procurando esticar o corpo durante a colocação;
  • Adapte a placa de baixo para cima, parte por parte, procurando encaixar no ostoma, do centro à extremidade;
  • Não deixe pregas ou bolhas de ar entre a pele e a placa, o que contribui para o vazamento e/ou descolamento da placa;
  • Certifique-se de que a placa esteja bem adaptada à pele;
  • Acople a bolsa à placa, mediante encaixe das flanges;
  • Retire o ar de dentro da bolsa e feche com o grampo.

Procure o médico quando houver

  • Sangramento da porção interna do intestino ou entre a pele e o ostoma;
  • Irritação da pele;
  • Mudanças estranhas na aparência ou no tamanho do ostoma;
  • Náuseas ou vômitos freqüentes.

Associação dos Ostomizados

  • É importante saber que há muitas pessoas que possuem ostomas e poderão ajudá-lo em seu período de adaptação. A Associação dos Ostomizados tem colaborado nos processos de adaptação dos pacientes à sua nova condição por intermédio da distribuição de bolsas coletoras, informações de enfermagem, nutricionistas e assistentes sociais, o que ajuda a amenizar incertezas e preocupações ao deixar o hospital.
  • Você tem direito às bolsas gratuitamente, por meio de um programa do governo.
  • A Associação dos Ostomizados do Estado de São Paulo está instalada no Setor 4 do Ambulatório Regional de Especialidades - Várzea do Carmo. Telefone (11) 3208-7792.
  • As bolsas de urostomia são abertas (drenáveis), com sistema de uma ou duas peças;
  • Possuem válvulas anti-refluxo, para impedir que a urina eliminada retorne ao ostoma e à pele periostoma, prevenindo a lesão da pele;
  • Apresentam bico direcionado ao jato para facilitar o seu esvaziamento;
  • Ácida, a urina pode provocar irritação na pele. Por isso, é importante usar um bom protetor de pele, que garanta boa fixação do dispositivo e ao mesmo tempo evite risco de lesão;
  • A aplicação e troca das bolsas são similares, conforme orientações acima da colostomia.

Como trocar a bolsa de uma peça

  • Lave as mãos antes e após manipular a bolsa de urostomia;
  • Retire delicadamente a bolsa para não traumatizar a pele. Use gaze ou algodão embebido em água morna. Para facilitar a retirada da bolsa, prefira fazer a troca durante o banho;
  • Jogue no lixo a bolsa usada;
  • Limpe delicadamente o ostoma e a pele ao redor com sabonete neutro e água morna. Retire restos de fezes, urina ou adesivos da pele;
  • Seque bem ao redor do ostoma com toalha limpa e de uso exclusivo.
  • Meça o diâmetro da ostomia e desenhe-o no papel protetor do verso da bolsa em sua forma exata;
  • Recorte o orifício central da placa no tamanho do diâmetro do ostoma, tomando cuidado para manter 2 mm de distância entre a flange e a placa. Encha a bolsa de ar para evitar cortar o plástico;
  • Retire o papel que protege a resina e segure com as duas mãos;
  • Posicione o ostoma em frente ao espelho, procurando esticar o corpo durante a colocação;
  • Coloque a bolsa de baixo para cima;
  • Não deixe pregas ou bolhas de ar entre a pele e a placa, o que contribui para o vazamento e/ou descolamento da placa;
  • Certifique-se de que a bolsa está bem aderida.

Como trocar a bolsa de duas peças

  • Lave as mãos antes e após manipular a urostomia;
  • Retire o grampo e esvazie a bolsa completamente;
  • Desconecte a bolsa da placa colada ao corpo embaixo do chuveiro e solte a placa suavemente, pressionando a pele e, ao mesmo tempo, soltando o adesivo;
  • Limpe durante o banho a pele periostoma e o próprio ostoma com movimentos suaves. Use sabonete neutro, retire restos de fezes ou adesivos da pele;
  • Seque a pele periostoma suavemente com toalha exclusiva;
  • Meça o diâmetro da ostomia e desenhe-o no papel protetor do verso da bolsa em sua forma exata;
  • Recorte o orifício central da placa no tamanho do diâmetro do estoma, tomando cuidado para manter pelo menos 2 mm de distância entre a flange e a placa;
  • Retire o papel que protege a resina e segure com as duas mãos;
  • Posicione o estoma em frente ao espelho, procurando esticar o corpo durante a colocação;
  • Adapte a placa de baixo para cima, parte por parte, procurando encaixar no ostoma, do centro à extremidade;
  • Não deixe pregas ou bolhas de ar entre a pele e a placa, o que contribui para o vazamento e/ou descolamento da placa;
  • Certifique-se de que a placa esteja bem adaptada à pele;
  • Acople a bolsa à placa, mediante encaixe das flanges;
  • Retire o ar de dentro da bolsa e feche com o grampo.

Procure o médico quando houver

  • Sangramento da porção interna do intestino ou entre a pele e o ostoma;
  • Irritação da pele;
  • Mudanças estranhas na aparência ou no tamanho do ostoma;
  • Náuseas ou vômitos freqüentes.

Associação dos Ostomizados

É importante saber que há muitas pessoas que possuem ostomas e poderão ajudá-lo em seu período de adaptação. A Associação dos Ostomizados tem colaborado nos processos de adaptação dos pacientes à sua nova condição por intermédio da distribuição de bolsas coletoras, informações de enfermagem, nutricionistas e assistentes sociais, o que ajuda a amenizar incertezas e preocupações ao deixar o hospital.

Você tem direito às bolsas gratuitamente, por meio de um programa do governo.

A Associação dos Ostomizados do Estado de São Paulo está instalada no Setor 4 do Ambulatório Regional de Especialidades - Várzea do Carmo. Telefone (11) 3208-7792.

Cuidados:

  • Durante o banho, lave com água e sabonete o orifício de entrada da sonda na uretra;
  • Lave as mãos com água e sabonete antes e após o manuseio do sistema;
  • Mantenha a sonda presa na coxa para evitar o tracionamento;
  • A sonda nunca deverá ser desconectada do tubo da bolsa coletora;
  • Durante o banho, lave com água e sabonete neutro, na seguinte ordem e sentido: orifício de entrada, sonda vesical e tubo da bolsa coletora. A sonda não pode dobrar;
  • Lave as mãos com água e sabonete antes de esvaziar a bolsa;
  • Esvazie a bolsa coletora quando a metade dela estiver cheia;
  • Despreze a urina em recipiente próprio (jarro plástico) único e transparente antes de esvaziar no vaso sanitário;
  • Lave o jarro com água e sabão antes de guardar em local apropriado;
  • Nunca levante a bolsa acima da altura da cintura;
  • Ingira bastante líquido ao longo do dia, caso não haja contra-indicação.

Procure o hospital, serviços de emergência ou seu médico se houver:

  • Urina turva ou rosada (com sangue);
  • Febre;
  • Dor contínua abaixo do ventre;
  • Pouca quantidade de urina na bolsa coletora;
  • Sensação de bexiga cheia sem que haja saída de urina na bolsa coletora;
  • Desconexão da sonda ou do tubo da bolsa coletora.

Cuidados domiciliares:

  • Lave as mãos com água corrente e sabão neutro e enxugue-as com toalha limpa e separada, que deve ser trocada diariamente;
  • Irrigue bem a ferida com soro fisiológico a 0,9%;
  • Limpe a ferida com soro fisiológico (processo fundamental para a cicatrização);
  • Não esfregue gazes dentro da ferida, principalmente se houver tecido sadio (vermelho ou róseo), pois você poderá traumatizar a ferida e retardar o tempo de cicatrização;
  • Seque somente a pele ao redor, nunca dentro da ferida;
  • Aplique o produto indicado pelo seu enfermeiro ou médico;
  • Atenção: lembre-se de que a cicatrização ocorre em meio úmido;
  • Comunique seu médico se aparecer em sua ferida ou ao redor dela: vermelhidão, inchaço, calor local excessivo, dor, odor forte, coceira intensa, afastamento dos pontos e saída de líquido amarelado.

Dicas para efeitos colaterais no sangue:

Leucopenia: redução dos leucócitos/células brancas

  • Evite comer fora de casa;
  • Coma sempre alimentos cozidos e beba somente água filtrada;
  • Descasque as frutas;
  • Dê atenção à higiene pessoal e bucal;
  • Lave as mãos com mais freqüência durante o dia (antes das refeições, antes e após usar o banheiro e depois do contato com animais);
  • Evite contato com pessoas que sofram de doenças que você pode contrair, tais como resfriado, gripe, sarampo ou catapora, bem como com animais que transmitam doenças;
  • Evite locais aglomerados ou com pouca ventilação;
  • Evite crianças que tenham recebido vacinas de “vírus vivo” recentemente;
  • Evite cortar ou aparar as unhas e cutículas muito curtas;
  • Tenha cuidado redobrado com aparelhos perfurocortantes (tesouras, agulhas, facas, barbeador);
  • Não tome imunizações ou medicações sem falar com seu médico;
  • Evite contato com fezes e urina de animais ou lixo, gaiolas e aquários;
  • Não freqüente a praia (durante o tratamento), pois há muitos microorganismos nocivos na areia que podem aproveitar a baixa de resistência do organismo e desenvolver uma infecção. O sol também pode causar manchas na pele;
  • Evite água parada;
  • Dê descarga no banheiro antes de usá-lo e evite banheiros públicos;
  • Fique atento às áreas de arranhões ou cortes, pois são portas de entrada de microorganismos;
  • Use antissépticos até que estejam curadas;
  • Comunique seu médico ou compareça a um pronto-socorro próximo caso apresente sintomas de infecção;
  • Há medicações que podem ajudar a acelerar a recuperação das células brancas, seu médico indicará, quando for necessário.

Anemia: diminuição de glóbulos vermelhos

  • Programe seu dia e limite as suas atividades de maneira que tenha tempo para descansar;
  • Estipule horário para dormir e tire sonecas durante o dia;
  • Não faça movimentos bruscos, para evitar tontura;
  • Faça caminhadas curtas ou exercícios leves, se possível. Não se torne sedentário;
  • Controle a quantidade de cafeína e de álcool que você ingere;
  • Dieta equilibrada e hidratação auxiliam na reposição do organismo;
  • Deixe que outras pessoas o ajudem.

Plaquetopenia: redução das plaquetas

  • Fique atento a qualquer tipo de sangramento;
  • Use escova dental de cerdas macias;
  • Faça movimentos delicados e use materiais apropriados na higiene pessoal (boca, nariz e íntima);
  • Não use medicações sem orientação médica; algumas, como o ácido acetilsalicílico (ex. aspirina®), podem dificultar ainda mais a coagulação.

Dicas para efeitos colaterais gastrintestinais:

Mucosite/estomatite: lesões na boca e na garganta

  • Mantenha uma boa higiene oral;
  • Higienize a boca de quatro a cinco vezes por dia com água bicarbonatada (1 colher de café de bicarbonato de sódio diluída em um copo de água filtrada);
  • Não coma alimentos muito quentes, temperados ou ácidos;
  • Dê preferência a alimentos pastosos;
  • Peça autorização ao seu médico antes de iniciar um tratamento dentário;
  • Use escova de dentes ou creme dental especial se suas gengivas estiverem sensíveis;
  • Não use medicações ou soluções sobre as lesões que não sejam indicadas pelo seu médico;
  • Hidrate-se (água, suco, chás, etc.);
  • Use hidratantes labiais ou manteiga de cacau em seus lábios, de preferência com protetor solar;
  • Higienize e guarde bem sua escova dental;
  • Cuidado com próteses dentárias mal encaixadas;
  • Comunique seu médico ou enfermeiro caso apresente lesões ou desconforto para deglutir.

Náusea e vômitos

  • Faça pequenas refeições ao longo do dia;
  • Evite líquidos durante as refeições;
  • Evite líquidos gasosos ou muito quentes;
  • Evite alimentos muito gordurosos, ácidos, quentes ou muito doces;
  • Coma alimentos frios ou em temperatura ambiente e mastigue lentamente;
  • Chupe balas, sorvetes de fruta e aumente o consumo de gelatina;
  • Beba suco de frutas gelado ao longo do dia;
  • Evite ficar exposto a odores fortes;
  • Use roupas folgadas para facilitar a circulação sanguínea e evitar incômodos e lesões na pele;
  • Faça refeições leves antes do tratamento;
  • Descanse após as refeições sem se deitar;
  • Dê preferência a alimentos sólidos;
  • Varie sua dieta experimentando novos alimentos e receitas;
  • Converse com seu médico ou peça orientação a um nutricionista sobre complementos nutricionais.

Diarréia

  • Ao apresentar fezes aguadas ou moles por mais de 24 horas, ou sentir dor e cólica nas evacuações, procure ajuda médica;
  • Beba mais líquidos, devagar, para repor o organismo (água, caldos ou refrescos);
  • Coma alimentos com poucas fibras (purê de batatas, de legumes, arroz ou massa branca, creme de cereais, banana, maçã etc.);
  • Evite leite e seus derivados, frituras, comidas gordurosas, feijão, cereais integrais, nozes etc.

Obstipação ou prisão de ventre

  • Evite analgésicos, alterações nos hábitos alimentares ou inatividade física;
  • Beba mais líquidos;
  • Realize um pouco de exercícios todos os dias;
  • Coma alimentos que contenham fibras (farelos, pães e cereais, nozes).

Alopecia: perda dos cabelos

  • Não use escovas, prefira pentes de dentes largos;
  • Use xampus suaves e evite condicionadores;
  • Evite calor (secador);
  • Corte os cabelos gradualmente, à medida que caem;
  • Caso decida usar peruca, adquira-a antes da queda dos cabelos;
  • Não use tintura com amônia;
  • Não faça permanente;
  • Use protetor solar para o couro cabeludo, bonés, chapéus ou lenços.

Pele e unhas

  • Alguns problemas de pele podem surgir durante o tratamento, sem maior gravidade;
  • Mantenha sempre a pele limpa e seca;
  • Use hidratante corporal;
  • Evite perfumes, loções ou colônias que contenham álcool;
  • Use diariamente protetor solar de fator alto, mesmo em ambientes fechados;
  • Pergunte ao seu médico se você pode usar cremes e sabonetes medicinais;
  • Não tome banhos longos e quentes;
  • Mesmo as pessoas de pele escura precisam se proteger do sol durante a quimioterapia.
  • Suas unhas podem ficar escuras, amareladas, quebradiças ou rachadas;
  • Use luvas para realizar tarefas domésticas;
  • Não corte as unhas muito rente à pele;
  • Pergunte ao seu médico como usar produtos para fortalecer as unhas.

Dor

  • Para o controle efetivo da dor, registre local, intensidade (escala de dor), tempo, o que alivia (medicações ou manobras), etc.
  • Depois, informe os dados ao seu médico;
  • Evite manusear objetos pontiagudos ou quentes;
  • Evite movimentos bruscos;
  • Use sapatos de sola de borracha;
  • Utilize corrimões ao descer ou subir escadas.

Dia-a-dia

  • Algumas medicações podem alterar características da sua urina (coloração e odor); beba sempre muito líquido para assegurar um bom fluxo urinário;
  • Caso você tenha restrição hídrica por retenção de líquidos, diminua também o uso do sal como tempero e o consumo de alimentos que contenham muito sal;
  • Você não está proibido de tomar bebidas alcoólicas, porém, devem ser tomadas em pequenas quantidades. Sempre com autorização médica;
  • Não interrompa suas atividades diárias, desde que se sinta bem para praticá-las;
  • Compartilhe os seus sentimentos com a família e amigos;
  • Assista a filmes divertidos, leia, ouça música;
  • Experimente novos passatempos e aprenda novas habilidades;
  • Realize terapias alternativas e complementares: meditação e prece, terapia de massagem, relaxamento muscular, respiração rítmica, ioga, trabalhos manuais etc.

Direitos legais

  • Pacientes com câncer e familiares têm amparo jurídico em nível nacional, estadual e municipal;
  • Transporte coletivo gratuito municipal e intermunicipal;
  • Dispensa de rodízio de automóveis (São Paulo);
  • Isenção de IPVA para veículos adaptados;
  • Isenção de IPI e ICMS na compra de veículos adaptados;
  • Cartão de estacionamento em vagas de deficientes físicos;
  • Auxílio-doença;
  • Aposentadoria por invalidez;
  • Cirurgia de reconstrução mamária;
  • Andamento judicial prioritário;
  • Transporte de medicamentos importados;
  • Quitação do financiamento da casa própria;
  • Abatimento de despesas no imposto de renda;
  • Isenção de imposto de renda na aposentadoria;
  • Financiamento especial para deficientes físicos;
  • Isenção de CPMF;
  • Saque do FGTS, PIS/PASEP.

Itaim

(11) 3040-1100

Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 95

Como Chegar

Morumbi

(11) 3093-1100

Rua Eng. Oscar Americano, 840

Como Chegar

Anália Franco

(11) 3386-1100

Rua Francisco Marengo, 1.312

Como Chegar