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  • Unidade Itaim
    (11) 3040-1100
  • Unidade Morumbi
    (11)3093-1100
  • Unidade Anália Franco
    (11) 3386-1100
  • Unidade Jabaquara
    (11) 5018-4000
  • Unidade São Caetano
    (11) 2777-1100

Notícias

Fórmula 1

21/11/2013

Há 13 anos como hospital oficial do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a Rede D’Or São Luiz consolida seu atendimento médico com padrões internacionais, reconhecido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) como um dos melhores do circuito mundial, com equipes médicas capacitadas, motivadas e bem lideradas. Ao mesmo tempo, usa a experiência adquirida na Fórmula 1 para dentro de seus hospitais, melhorando constantemente seus serviços e a qualidade assistencial de seu atendimento.

 

Exemplo dessa troca é a adoção do Smart Track desde 2012, sistema pioneiro para agilizar o primeiro atendimento no pronto-socorro. Da mesma forma como acontece no resgate médico no autódromo, os pacientes que hoje chegam aos prontos-socorros são atendidos com agilidade e começam a ser monitorados a partir da recepção.

 

Seguindo rigorosamente o protocolo de socorro definido pela FIA, quando ocorre a liberação da pista de Interlagos entra o safety car, para neutralizar a prova e garantir a segurança em torno de um acidente. A equipe médica é levada então até o carro no medical car ou no carro de intervenção médica equipado para o primeiro atendimento. Após a avaliação dos médicos, se preciso, a equipe de extração é acionada para imobilizar e retirar o piloto do carro.

 

Só então a ambulância entra na pista e leva o acidentado ao Centro Médico montado no autódromo, onde passa por avaliação de outros especialistas. Quando necessário, ele é então transportado de helicóptero para as unidades de retaguarda: Morumbi, Itaim e Anália Franco, onde 22 médicos de dez especialidades ficam de prontidão durante o final de semana, com olhos e ouvidos vidrados nas movimentações em pista.

 

Desse conhecimento obtido na pista do Grande Prêmio, o Smart Track assimilou componentes que colaboram para a eficiência e a agilidade, trazendo não só conforto para o paciente não grave, que chega ao hospital e é imediatamente atendido, mas também um melhor resultado final dessa assistência. No atendimento do pronto-socorro, cada fase é comunicada à equipe encarregada do passo seguinte. Nas unidades, o paciente passa pela primeira avaliação em um box privativo e é encaminhado, se necessário, para exames e medicações. Então ele passa pela reavaliação de um outro profissional, que já está ciente de seu caso, o que aumenta a segurança de seu diagnóstico.

 

A relação entre a Fórmula 1 e o atendimento nas unidades é uma via de mão dupla. Isso porque a Rede D’Or São Luiz disponibiliza ao Grande Prêmio a mesma estrutura encontrada 365 dias do ano em suas unidades - equipes qualificadas, ambulâncias, medicamentos e equipamentos de última geração essenciais para todo tipo de emergência. Os médicos e os enfermeiros que atendem pilotos e equipes que trabalham na Fórmula 1 são os mesmos que atendem os pacientes nos outros dias do ano.

 

A experiência diária no atendimento hospitalar, sobretudo, a caso complexos é fundamental para a formação de especialistas com alta competência técnica exigida em caso de acidente. Para se ter ideia, ao ano, o São Luiz atende 830 casos de trauma e realiza 650 neurocirurgias nas Unidades Anália Franco, Itaim e Morumbi, as quais funcionam de retaguarda na F-1.

 

Ao todo, em Interlagos, trabalham 173 pessoas, das quais 43 são médicos que agem em conjunto com profissionais da enfermagem e da área administrativa, além de bombeiros. Embora o corpo clínico tenha grande experiência tanto no trabalho do dia a dia de um hospital, quando nas pistas de alta velocidade, o grupo passa por treinamentos específicos de procedimentos no automobilismo, inclusive, com acompanhamento de corridas em outros países no decorrer da temporada.

 

Dino Altmann, diretor médico do Grande Prêmio Brasil e cirurgião da Rede D’Or São Luiz, conta como a busca pela melhoria constante no atendimento é uma de suas maiores preocupações. “Ano após ano aprimoramos nossos equipamentos e investimos em capacitação. Todos os especialistas participam anualmente de novos treinamentos, incluindo encontros internacionais promovidos pela FIA, buscando a troca de informações sobre as condições mundiais de segurança no automobilismo desportivo”, lembra. A equipe ainda tem à disposição uma espécie de manequim eletrônico para treinamentos, que pode ser programado para reagir às decisões médicos em um quadro clínico específico.

 

Além da excelência da equipe de profissionais, a estrutura tem dez ambulâncias, quatro carros de intervenção médica, dois carros de extração, dois helicópteros e um centro médico montado com três leitos de emergência, dois leitos de UTI, laboratório de análises clínicas, raio-x, ultrassom e consultório oftalmológico. No Centro Médico nada foge dos olhos dos médicos através de um circuito de monitoramento que recebe sinal de câmeras espalhadas por toda a pista e paddock.

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